TIPOS DE CÂNCER
Câncer de Rim

O que é?

    É um tumor maligno que se forma no revestimento interno dos pequenos túbulos que filtram a urina dentro dos rins. O nome técnico usado pelos médicos é Carcinoma de Células Renais ou Adenocarcinoma do Rim.

Como ele se manifesta?

    Presença de sangue na urina é o sintoma de alerta mais importante. Pode haver também dor e tumor em um dos lados do abdômen, diminuição do apetite e perda inexplicada de peso.

Como fazer o diagnóstico?

    Na consulta médica e exame físico podem revelar-se os sinais de anemia e de tumorações no abdômen. O exame de urina pode conter sangue e o exame do sangue demonstrar diminuição no número de glóbulos vermelhos (Anemia). Tomografia computadorizada, ressonância magnética e ultrasonografia são exames que descobrem o tumor no rim e determinam a extensão da doença. O diagnóstico definitivo é feito por uma biópsia do rim.

Quais os principais tratamentos?

    Quando a doença é inicial (localizada no rim), o tratamento consiste da remoção cirúrgica do rim afetado, parcial ou totalmente. A cirurgia pode estender-se aos linfonodos (ínguas) próximos ao rim. No caso de doença mais avançada, isto é, que passou para outros órgãos ou regiões do organismo, existem varias formas de tratamentos modernos, chamados biológicos, como Interferon, Interleucinas, bevacizumab, Sunitinib e Sorafenib entre outros.

Quem eu devo procurar?

    Para o diagnóstico e tratamento cirúrgico, um urologista. Após, um oncologista deve ser consultado.

Quais os fatores de risco?

    O tabagismo (hábito de fumar), uso abusivo de analgésicos e doença renal em estagio terminal tem sido implicados como agentes causais, mas na maioria dos casos não há causa definida.

Prevenção - Como realizar?

    Não há uma forma de prevenção especifica. Atenção deve ser dada aos sintomas de alerta (veja acima). Deve-se evitar o tabagismo e analgésicos, devendo ser usados sob prescrição médica.

Após o tratamento como fazer acompanhamento?

    Não há regra estabelecida. Especialistas recomendam nos primeiros três anos, revisões trimestrais com o oncologista e tomografia do abdômen seis meses após a cirurgia que pode ser repetida anualmente.